Eu os recebo a todos com a mente e a alma abertas.

A qualquer dia, a qualquer hora, os que aqui passarem, colham uma flor deste jardim de pensamentos e sentimentos - que é nosso - e sintam que somos todos iguais.

O que nos pode diferenciar, são nossas almas e ações.
Portanto. caminhemos sempre em direção à LUZ por toda a vida. Façamos, se possível, amizades e tentemos ser solidários.

A Nação Brasileira necessita, entre muitos, de educação, saúde, trabalho e respeito aos Valores e Princípios que a dignificam.

Fundamental, outrossim, é o respeito às Leis Justas e a luta pacífica pelo Justiça Social verdadeira, não a que está sendo incutida nas mentes menos preparadas.

A final, amigos leitores, sintam-se livres para comentar sinceramente sobre o que lerem, para que possamos interagir.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque































































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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

From high heels to handcuffs_______ De uma coluna à outra...


 
 
 
 
 
 

 From high heels                               Dos finos sapatos…sapatosTo handcuffs                                   Às algemas…Handcuffs - (Medioimages/Photodisc/ThinkStock)
She was an elegant insecure  devoided of content  arrogant ”socialite” . Living in the high society of a small town, she used to see her pictures posted in the newspapers columns . Already aged, she signed a false declaration which was supposed to be transformed in a document… Now her picture is easely seen in the police  chronicles.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                                  Rio de Janeiro, December 20th, 2012 

“Socialite” insegura – mas de ‘nariz em pé‘, desprovida de conteúdo – mas com fina aparência, costumava ser  figura constante nas colunas sociais da pequena cidade onde morava.  Pensando-se acima do bem e do mal, transgrediu as leis e agora figura nas crônicas policiais.

L.V.Beethoven, ‘proprietário’ de um cérebro”


 
 
 
 
 
 
Retrato pintado de Beethoven, ao compor sua “Missa Solene’


Prólogo
 
Amigos leitores,
Sou apaixonada por música. Estudo piano desde meus quatro anos.
Um dos compositores com os quais mais me identifico é LUDWIG VAN BEETHOVEN.
Todos os sentimentos humanos ele conseguiu traduzir com maestria ímpar em frases musicais, que alcançam minh’alma de forma exponencial.
Tenho lido sua biografia por diversos autores e muitos narram fatos que revelam a grandiosidade de seu espírito e sua incontrolável irritação com aqueles que se julgavam melhores do que ele por, simplesmente,  serem possuidores bens materiais.

Esta é uma das histórias que doravante pretendo – entre outras, compartilhar. Vale a pena lê-la.

Por gentileza, atentem para esta afirmação sobre o filósofo da música: “Beethoven não era orgulhoso, mas era consciente do inquestionável valor d e sua música que “.


Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                             

Rio de Janeiro, 18 de Dezembro de 2012

“L.V.Beethoven, ‘proprietário’ de um cérebro”

Beethoven, um dos maiores, se não o maior dos gênios da música, sempre fora pobre. Lutava com dificuldades para sobreviver.

Tinha, no entanto, um irmão que se considerava rico, pois possuía algumas terrinhas.

Este,como a maioria dos ‘ricos‘ era detentor de qualidades negativas. Possuía alma pequena, era invejoso e sabendo-se inferior ao irmão, sentia prazer especial em espezinhá-lo (aliás, esse tipo de agir é constante em toda a História da Humanidade...)

Certa feita, enviou um bilhete a Ludwig e, após assinar seu nome, escreveu como se fora um título de grande valor: “proprietário de Terras”.

À arrogância do irmão, a resposta do gênio:

Beethoven, aborrecido com os agires sempre mesquinhos e insensíveis de seu irmão, respondeu-lhe, colocando após sua assinatura, como um galardão que dinheiro algum pode comprar:

“proprietário de um cérebro”.



Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                         
Rio de Janeiro, 20 de Dezembro de 2012

Triste país




O mais triste ainda, amigos leitores, é que esta charge revela não só o "caos em Mato Grosso", mas em TODO o território nacional...  


"A saúde é direito de todos e DEVER do Estado" 
                                                  



Leu: "O Brasil tem a maior carga tributária do mundo".

Ante os fatos noticiados e a realidade, pensou: "onde a educação, a saúde, a segurança?...



Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                          Rio de Janeiro, 20 de Dezembro de 2012

domingo, 9 de dezembro de 2012

Brazilian Federal Police operation___Operação “PortoSeguro”



Brazilian Federal Police operation





Considering everything and the existing ties with the colombian FARC, cocaine planters, etc… Could the
smuggled goods be another besides diamonds?






                                             diamonds+cocaine2 

Operação “PortoSeguro”




Considerando tudo e as estreitas ligações com as FARC, plantadores de coca, etc… a mercadoria contrabandeada poderá ser outra além dos diamantes?



Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                             

Rio de Janeiro, 08 de Dezembro de 2012 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

SALVE, Tribunal Maior!


SALVE, Tribunal Maior!

 
 
 
 
 
 

joaquim_barbosa2
Aguardou-se com fé o resultado que se esperava – e o STF correspondeu à altura, renovando  nossas esperanças. Joaquim Barbosa  foi a força catalizadora das atuações de seus pares.



Durante o julgamento da AP 140 , surgiram alguns movimentos para homenagear os membros do STF.
Respeito todos os que assim se manifestaram, pois é direito seu de fazê-lo.
Quanto a mim, não penso deva ‘homenagear-se’ os que estão cumprindo estrita e rigorosamente o dever de uma função para a qual foram guindados. É, a meu ver, uma obrigação  derivada e inerente à posição que ocupam. 
Entendo a importância desse julgamento e o quão inusitado é, pelo fato de, no Brasil, os ’poderosos’,  na maioria das vezes, julgarem-se ao largo das leis e livres para seus maus agires contrários não só à Ética, como  ao determinado pela legislação pátria em geral e principalmente em afronta  despicienda ao artigo 37 e incisos da Constituição Federal . 
Por outro lado, ao considerar-se  que os ministros dos tribunais superiores são indicados pelo presidente da república, isso  poderia prejudicar a fundamental Independência entre os Poderes, que devem ser harmônicos entre si, mas independentes, consoante nos legou a própria história da democracia.
Essa indicação, por si , pode fazer com que emerja  o  fator humano – ie: a humana condição e as fraquezas às quais está sujeita. Por mais capazes, inteligentes e idôneos que sejamos, somos diferentes em pensamentos, sentimentos, inteligência, caráter – e tudo o mais que nos qualifica comohumanos. 
Este fato e o ‘fator’, no entanto, não influenciaram as atuações da maioria dos ministros do Tribunal Maior. Agiram com dignidade, firmeza, altivez,  conhecimento amplo e profundo do Direito como um todo harmonico e, sem dúvida alguma, revelaram total  independência do representante do Poder da República que lhes havia indicado – o que, por si só, revela seu caráter íntegro e a  responsabilidade que todos os magistrados devem ter.
Exalça-se, entre seus pares, o agora presidente do Supremo, ministro JOAQUIM BARBOSA. Indicado Relator da Ação Penal 140, seu trabalho hercúleo, ao examinar percucientemente os volumosos autos e ao relatar clara e objetivamente o encadeamento das ações – fundamentado na legislação existente, foi a pedra angular sobre a qual se têm fundamentado os demais ministros, à exceção de dois.
Apoiemos  aos nossos ministros e a instituição ‘Supremo Tribunal Federal’, pois representam a Justiça máxima do país.
Respeitemos os votos de seus membros quando reconhecem os fatos que ferem  a Ética e as Leis.
Consideremos ‘herói’, seu digno Relator.
Reconheçamos a bravura mesmo dos ministros que não se curvaram ante forças outras… 

Esperávamos todos  julgamento e decisões justas,  pois o Brasil busca – e precisa de dignidade e respeito para seguir seu destino. Os ministros do Supremo, em sua maioria, corresponderam ao que deles era esperado.
Que Deus a todos abençoe pois, com esse histórico julgamento, renasce  forte, na alma da nação, a crença na higidez e independência do Poder Judiciário pátrio – o que fortalece a própria democracia.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                                                                                              Rio de Janeiro, 04 de Dezembro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Enfim, brilha sobranceiro, o Sol da JUSTIÇA



 
 
 
 
 
  
Ainda há nuvens nos azuis céus do Brasil, mas o resultado deste histórico e único  julgamento, mostra que há ESPERANÇA, sim:  brilha sobranceiro, 0 Sol  da JUSTIÇA.       


Inexistiria ‘corrupção’ se hão houvesse ‘corruptor’ e ‘corrupto’. É acaciana esta afirmação, mas procede, por verdadeira. Portanto, a dosimetria das penalidades há que ser equilibrada para os incontáveis ‘duetos’ assim formados.
Entre tantas outras qualificações e tipificações, roubar os dinheiros do povo, além de imoral e ilegal, é desumano.
A meu ver, as exposições dos ministros estão a sinaliza  penas  suaves para os crimes que cometeram esses delinquentes no transcorrer dos anos.
“Quadrilheiros” sim, consoante a maioria dos ministros demonstraram – não importam as contrárias e rebuscadas ‘firulas jurídicas’ apresentadas por quatro  dos ministros do STF.
Tipificados seus agires, condenados e apenados pelos mesmos, deveriam ainda DEVOLVER aos cofres do Estado, o que deles tiraram ou que neles deixou de entrar, por suas ações deletérias.
Triste é constatar-se: ludibriaram um povo crédulo e bom, que acreditava nas mudanças prometidas durante as campanhas eleitorais, cujo cumprimento não ocorreu, segue pífio o valor de aposentadorias, a saúde é um caos, a  educação é de péssima qualidade (se é que assim pode ser considerada…); a segurança inexiste …                                                             É esta a realidade que se vive em todo o território nacional: não há como negar evidências tão gritantes.
E este nosso sofrido povo, ao receber – e passar a depender doassistencialismo que antecede aos Regimes de Força, por ignorância, sequer deu-se conta do perigo iminente que ronda essas programações sociais todas, principalmente o Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3) (*).
Esta nossa REALIDADE é tristemente reveladora.
As entranhas pútridas estão expostas: tudo ocorreu ao abrigo do Poder Executivo, no próprio Planalto, sede do Executivo.                                                                                                    ”Não sabia?” É, no mínimo, preocupante e deveria ensejar as ações cabíveis ao caso.
Consoante se conclui das  leitura e exposição dos autos, não há que duvidar da lisura  e do agir estritamente legal (como não poderia deixar de ser), do Tribunal Maior.        Surreais são as alegações dos seguidores de um partido que assomou ao poder para ‘transformar o país para melhor’. É de lamentar-se que nada há a fazer – apenas a lamentar-se que muitos não vejam – ou não querem ver (ou mesmo admitir) que eles também têm sido enganados.  
Finalizo afirmando que, além das penas, deveriam os condenados ser obrigados a devolver aos cofres do Estado o que deles foi tirado ou que neles deixou de entrar.
Quanto  aos ‘representantes do povo que  se ‘venderam’, sejam seus nomes  publicados em jornais de grande  circulação, mídia, etc – e também apenados consoante a legislação vigente.

Muitos cidadãos que desacreditavam do Judiciário, estão a constatar que, pela primeira vez na história deste país, não só foram indiciados, como considerados culpados e serão penalizados os traidores da confiança do povo.
Está equilibrada a balança da Justiça e não mais  vendas. Siga a Nação em harmonia, com seus olhos sempre atentos e abertos.

(*) Indico, aos que o desconhecem, sua integral leitura.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                                         Rio de Janeiro, 23 de Outubro de 2012.