Eu os recebo a todos com a mente e a alma abertas.

A qualquer dia, a qualquer hora, os que aqui passarem, colham uma flor deste jardim de pensamentos e sentimentos - que é nosso - e sintam que somos todos iguais.

O que nos pode diferenciar, são nossas almas e ações.
Portanto. caminhemos sempre em direção à LUZ por toda a vida. Façamos, se possível, amizades e tentemos ser solidários.

A Nação Brasileira necessita, entre muitos, de educação, saúde, trabalho e respeito aos Valores e Princípios que a dignificam.

Fundamental, outrossim, é o respeito às Leis Justas e a luta pacífica pelo Justiça Social verdadeira, não a que está sendo incutida nas mentes menos preparadas.

A final, amigos leitores, sintam-se livres para comentar sinceramente sobre o que lerem, para que possamos interagir.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque































































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terça-feira, 8 de junho de 2010

Senadores: cópia do e-mail no qual requeiro respostas

"Um político só passa a ser estadista, quando deixa de pensar nas próximas eleições e começa a pensar nas futuras gerações". (Sir Winston Churchill) -



Considerando os artigos: "Direitos Humanos do Brasil quanto ao Irã e Israel- REFLEXÕES"(*), "Congresso da República, cumpra tua missão!"(**)  e "VARIG, Aposentados, Lula e as fundações"(***) - que, ao reverso de muitos de meus artigos anteriores, não tiveram resposta dos senadores;
considerando que todos são artigos de relevância social e democrática;
considerando sobremaneira que o primeiro artigo referido retro ultrapassa inclusive a relevância social dentro do Estado Brasileiro e poderá originar conflitos - se não armados, de relacionamento internacional, como já está ocorrendo;
considerando ainda que nosso País é composto por imigrantes de várias partes do orbe e que muitos são os judeus que são brasileiros, há necessidade de o Congresso pronunciar-se sobre o assunto. (****)


Por este motivo, enviei este e-mail para seus componentes e o posto abaixo, para dar ciência aos senhores, pois, como eu, é bem provável que desconheciam o assunto referente ao primeiro artigo, vez que a mídia brasileira sobre o mesmo coisa alguma noticiou.


Mirna Cavalcanti de Albuquerque
OAB/RJ004762






Senhores senadores, deputados, amigos, colegas e demais pessoas,






Envio-lhes estes três artigos copiados. Quero crer que os dois últimos os senhores não receberam.
Quero crer.
Referentemente ao primeiro, é deveras intrigante, pois não me posso recordar de ter lido que o Brasil esteja a vender (ou a doar) armas para o Oriente Médio, mais específicamente para o IRÃ e IRAQUE.

Estranho, outrossim, o fato de a mídia nada ter informado. Ocorre que as armas foram apreendidas por ISRAEL em fins de 2009 - as fotos e a origem o COMPROVAM. Nada garante que o Brasil não esteja a exportar armas. Esse tipo de comércio leva a grandes ganhos: aos "legais" e aos que não o são, envolvendo por óbvio, pessoas a serviço do governo, servidores públicos ou não.


Todavia, é um "comércio amoral", raiando a imoralidade e, no caso, a própria ética, em se considerando os discursos presidenciais pela PAZ mundo afora.
A matéria que escrevi foi resultante de uma outra (que indico ao final).

Quem tem raciocínio fundamentado na lógica chega a conclusões realmente preocupantes, tendo em vista os cerceamentos tentados pelo presidente da República, no sentido de restringir a atuação institucional do próprio Tribunal de Contas da União-TCU, determinada pela Constituição da República.

Outrossim, as reiteradas alusões de Lula e mesmo algumas suas ações restritivas com respeito à imprensa, ao proibir o Estadão - via Judiciário - veja o Caso Fernando Sarney (nos moldes aliás, de Cuba e de seu colega da Venezuela), sinalizam devemos estar todos alertas.

Este é um dos mais perigosos caminhos, pois atinge a democracia em um de seus pilares fundamentais.

Como cidadã e advogada, peço-lhes respostas às dúvidas por mim colocadas, pois as ilações às quais cheguei são de extrema gravidade.
Espero pronunciamento dos senhores senadores a respeito desta matéria, bem como das outras duas, copiadas logo a seguir da mesma, pois os senhores estão a representar-nos. Levando-se em conta que foram - e são - guindados a essas posições por nós, o povo, têm por dever reponder-nos em casos que tais, quando não seja, por simples delicadeza.






Sem mais para o momento,


subscrevo-me atenciosamente,






Mirna Cavalcanti de Albuquerque
OAB/RJ 004762


(*) http://direitossociaisnegados.blogspot.com/2010/06/direitos-humanos-do-brasil-quanto-ao.html


(**) http://pt.netlog.com/mirnacavalcanti/blog/#/mirnacavalcanti/blog/blogid=1993566&jproxy=3

(***) http://mirnacavalcanti.wordpress.com/2010/06/01/varig-aposentados-lula-e-as-fundacoes/

(****) Não existe uma só pessoa neste mundo que possa afirmar não descender de judeus ou negar que corre em suas veias o mesmo sangue que dá vida aos nascidos na Mãe África - ou deles descendentes. Portanto, há que respeitarmos a todos.



O irracional conceito "raça pura" (defendido por Hitler) improcede.


As "purezas" que devem ser consideradas são a da alma e a do caráter digno.





PS - Comunico-lhes que envio este para o conhecimento tanto das autoridades, quanto de amigos, colegas, a imprensa e mesmo conhecidos, solicitando-lhes a gentileza de reenviarem-no por sua vez, para todos os seus amigos e conhecidos, pois estes assuntos são de interesse da Nação e, em assim sendo, deve o povo tomar deles conhecimento, pela gravidade encerrada em seu bojo (principalmente no do  primeiro), pois não desejamos ser conhecidos como fomentadores de guerras quaisquer que sejam.
Dessarte, quem tem princípios, não deixará de fazê-lo.





segunda-feira, 29 de março de 2010

Cartões de Crédito ou Dinheiro?









Foi o comércio que levou aos grandes descobrimentos... é o comércio que está levando alguns a grandes endividamentos... - Foto: Mirna Cavalcanti de Albuquerque




Ao ler a matéria que postei anteriormente, sobre a Decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que ameaça a cobrança de preços diferentes para pagamentos em dinheiro ou com cartão de crédito, fiquei pensando...


Até onde sei, o Brasil é o país que não só o maior número de leis tem, como o que em que a maioria das mesmas não é cumprida. Tanto isto é verdade que, volta e meia, despreparados "fazedores de leis" chegam mesmo a propor absurdos, como os dos feriados por isso e por aquilo. Ora, um país da imensidão territorial como o nosso, quanto mais trabalhar, melhor será para o trabalhador e para o próprio país, pois aquele ganhará mais e este, em muitos casos, mais poderá exportar, trazendo mais divisas para o Brasil. Mas não é esse o assunto que agora informo.


Pois bem: quase todos usamos cartões de crédito. Quando vamos comprar algo e oferecemos pagar em espécie, geralmente perguntamos pelo desconto. Quase invariavelmente a resposta é: "O preço é o mesmo, seja pago em dinheiro ou em cartão,madame" (detesto esta maneira de ser chamada, sempre me soou pedante e nunca me senti "madame" alguma). Partimos, (eu o faço) para o uso de argumentos lógicos, como: "Ora, se em 10 vezes, pelo cartão, o valor é "X", a loja terá que esperar este tempo todo para ter, finalmente, o objeto pago" e "Pagando em espécie agora, o dinheiro entrará no caixa de imediato". Já sabem os leitores que poucos são os estabelecimentos comerciais que aceitam esta segunda opção.


Inicia-se, então, o círculo vicioso: paga-se com o cartão e quem sai ganhando é o dono do estabelecimento. Assim, se não houver desconto, não há negócio algum. Sinceramente, para mim isso é um abuso e decidi não mais colaborar com o enriquecimento de quem já está rico. Se tenho o dinheiro e não me dão desconto, procuro uma outra loja e mais uma outra... e mais uma outra...
Então, se o tão buscado desconto é obtido, finalmente compro o que precisava ou queria.

O consumidor tem direitos que desconhece. Se conhece, não os usa.

Qual a razão de mais uma lei - ou mesmo uma decisão judicial - se a mesma não se transforma em paradigma para casos análogos?

Mirna Cavalcanti de Albuquerque