Eu os recebo a todos com a mente e a alma abertas.

A qualquer dia, a qualquer hora, os que aqui passarem, colham uma flor deste jardim de pensamentos e sentimentos - que é nosso - e sintam que somos todos iguais.

O que nos pode diferenciar, são nossas almas e ações.
Portanto. caminhemos sempre em direção à LUZ por toda a vida. Façamos, se possível, amizades e tentemos ser solidários.

A Nação Brasileira necessita, entre muitos, de educação, saúde, trabalho e respeito aos Valores e Princípios que a dignificam.

Fundamental, outrossim, é o respeito às Leis Justas e a luta pacífica pelo Justiça Social verdadeira, não a que está sendo incutida nas mentes menos preparadas.

A final, amigos leitores, sintam-se livres para comentar sinceramente sobre o que lerem, para que possamos interagir.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque































































Outras Páginas

Mostrando postagens com marcador analogia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador analogia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Amanhecer dourado





 O despontar do Sol traz sempre o renascer de esperanças para todos aqueles que têm fé e interiorizam, em conexão, o pensamento à alma"





Lentamente amanhece.



Os pássaros voam alegres


- prenunciam um novo dia.


São para o Sol seu primeiro canto


- traz esperança, sonora alegria!


Harmoniza a Terra ao Universo,


Une em sinfonia, o etéro à matéria,


desperta sonhos adormecidos


- (jamais pela alma esquecidos…)






Rendo graças à Natureza, pois sua


Magia e beleza transmutam o existir


em VIVER e o faz renascer


a cada alvorecer. Reaviva a VIDA.


Vida que é milagre:




...Vivê-la é preciso, na amplitude do Ser!












Rio de Janeiro, 28 de Novembro de 2011


Mirna Cavalcanti de Albuquerque

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"Flechas lançadas". Missão cumprida?


"Como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos." salmo 127.4
                                                                               

Introdução



É sabido que não criamos os filhos para nós, mas para o mundo. São como sementes lançadas à terra, que deve estar preparada para a semeadura. São regadas, cuidadas … colocamos fertilizantes… crescem e vão sendo estaqueadas, para manterem seus caules eretos … podamos, aguardamos a primeira floração, e esperamos pelos frutos. Alguns são dulcíssimos; outros, nem tanto, mas são, como os primeiros, muito amados frutos do amor, da árvore da vida. Cada fruto é provável potencial de perpetuação da espécie, à qual, por sua vez, dará seqüência a novas ‘árvores’… Assim tem sido desde o início.


A espécie humana é uma das poucas, entre os animais, que guarda – ou tenta guardar – os laços familiares . A maioria dos animais, assim que so filhotes aprendem a andar – ou voar- enfim, locomoverem-se, é ensinada a buscar a própria comida, ou a voar.


Não pretendo discorrer aqui sobre as espécies todas existentes, pois há algumas poucas que se mantém unidas. Nesta pequena introdução, refiro-me apenas aos humanos.                              

Temos que preparar os filhos para a vida. Às vezes o fazemos bem, outras não – mas na maioria do tempo, pensamos estar fazendo o melhor – e realmente fazemos o melhor que podemos.


Há que vermos também, as diferenças de culturas. O latino é mais apegado à família – o que costumeiramente não ocorre com o anglo-saxão. De qualquer forma, mesmo tendo dado frutos, a árvore-mãe, mantém-se como tal. Por isso a cultura oriental na sua milenar sabedoria, reverencia os idosos e a memória dos antepassados.


NOTA: amigos leitores, voltarei a este assunto oportunamente, pois há muito que escrever. Na verdade, não é matéria exaustiva.


Mirna Cavalcanti de Albuquerque


Rio de Janeiro, 16 de Novembro de 2011.






Microconto: "Flechas lançadas". Missão cumprida?






Casou-se, teve filhos, a eles dedicou-se. Foi a melhor mãe que pode : mestra, babá, cozinheira, lavadeira, faxineira…


Hoje, os filhos estão longe.