Eu os recebo a todos com a mente e a alma abertas.

A qualquer dia, a qualquer hora, os que aqui passarem, colham uma flor deste jardim de pensamentos e sentimentos - que é nosso - e sintam que somos todos iguais.

O que nos pode diferenciar, são nossas almas e ações.
Portanto. caminhemos sempre em direção à LUZ por toda a vida. Façamos, se possível, amizades e tentemos ser solidários.

A Nação Brasileira necessita, entre muitos, de educação, saúde, trabalho e respeito aos Valores e Princípios que a dignificam.

Fundamental, outrossim, é o respeito às Leis Justas e a luta pacífica pelo Justiça Social verdadeira, não a que está sendo incutida nas mentes menos preparadas.

A final, amigos leitores, sintam-se livres para comentar sinceramente sobre o que lerem, para que possamos interagir.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque































































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sábado, 22 de dezembro de 2012

Meu amigo jardim... à noite___# 3



                                                                      

A dureza das pedras é suavizada por cachos pendentes de florinhas em tons de 

sonhos, de aspirações, de VIDA!

Ensinam-nos que, por mais difícil seja o viver, sempre haverá um novo 

amanhecer!

O importante é JAMAIS esmorecer, SEMPRE  viver com esperança, pois o 

’amanhã’, só Deus sabe como vai ser!




Mirna C.

















NOTA: primeiramente publicado em: http://mirnacavalcanti.wordpress.com/2012/12/22/jardim-3/

"Meu amigo jardim...à noite" #2

AnteScriptum


Meu jardim é pequeno, cuidado com muito amor. 


Herdei de minha mãe  o gosto de trabalhar com a terra, seu amor pelo que representa e o 

que é: uma composição de tudo o que existiu... Um dia, nós também a ela voltaremos e a 

ela nos incorporaremos... Daí a grande satisfação ao senti-la nas mãos: representa a vida 

que foi, a que é  e  mesmo a vida  que origina VIDA.



Desejo-lhes um feliz Natal e Ano Novo, no qual todos 

os seus sonhos, mesmo os mais recônditos sejam 

realizados!!!



Abraços e carinho,


Mirna Cavalcanti de Albuquerque.                                                                                                                    Rio de Janeiro, 22 de Dezembro de 2012




Entrelaçadas suavemente, mas firmes na treliça, as 


trepadeiras sobem, mesmo sem gavinhas, em direção 

ao céu... tocam-se, mas mantém sua unicidade. 

Buscam, incessantemente, no etéreo superior,  o 

que necessitam: liberdade!


Mirna Cavalcanti

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Amados ausentes



   A água lembra gema preciosa líquida de diversas tonalidades… azul-turquesa.   





Fim de tarde. O Sol já apresentava aquele dourado envelhecido e belo. Pouco a pouco, na linha do horizonte-mar, sua luminosidade se ia diluindo…
Ela caminhava sobre a areia molhada e deixava efêmeras marcas das passadas que, no seu fluxo-refluxo, ondas caprichosas iam apagando, assim como desaparecemos todos com o perpassar do tempo.
Seus olhos  liam a pictórica paisagem. Avistou, mais acima, um coqueiral extenso, com belas redes brancas.  Gostava de ali deitar-se.


Seu andar agora era mais lento, pois a areia seca e fofa não lhe permitia ir com mais pressa – mesmo porque, não havia razão para isso…
Ao lá chegar, escolheu uma  rede que estava mais isolada das demais e nela deitou-se confortável com seus pensamentos, a olhar o azul do céu engalanado com nuvens.                      Estas eram movidas por Éolo vagarosamente, às vezes formando imagens que lhe remetiam a suaves passagens da infância passada em Porto Alegre… Quantas doces lembranças!
Agora, em Salvador, sentia saudades de tudo e de todos  a quem amara e que,  por sua vez, a ela dedicaram seu mais profundo, dedicado e amoroso afeto.  Não são ‘passado’: fazem parte de sua vida. São referências inesquecíveis e fundamentais, que guarda com carinho na memória da alma.


Neste enlevado estado de espírito, os sentimentos se sucediam variados, fugidios, incessantes… A saudade fazia-se presente e trazia consigo seus amados ausentes. Todos estavam ali, naquele hora, com ela.  Luziam-lhe os olhos em incontida alegria: revivia!…


As folhas dos altos coqueiros se movimentavam como leques, em  seu peculiar ritmo e pareciam dançar  danças antigas ao ritmo do vento… Ao tocarem-se pareciam afagar-se sensualmente umas às outras;  som agradável, verdadeiro alento…
Quanta paz sentia… naquele fim de dia… Fechou os olhos e deixou-se estar assim… na quietude de  sentir o céu acima e, perto de si, o mar sem fim …  Seus amigos, seus amores…



Mirna Cavalcanti de Albuquerque Pinto da Cunha
Rio de Janeiro, 08 de Outubro de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

mãos de luz





                                               
“A força que uma alma antiga e uma mente determinada, em sinergia, podem gerar é ainda desconhecida”.


A noite envolveu a Terra.
O jasmineiro exalava seu
doce, inebriante cheiro…

Fechou os olhos devagar,
inspirou profundamente a
suave brisa que vinha do mar.

Lentamente os braços ergueu. 
Mãos espalmadas, entreabertos
dedos… sinergia mente e alma:
luzeiros! Acendem uma a uma
as estrelas todas do Sul, o Cruzeiro.


Reluz das trevas, o céu inteiro…






Mirna Cavalcanti de Albuquerque Pinto da Cunha                                              
Rio de Janeiro, 09 de Julho de 2012 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

"Amazing Dawn"





A suave picture of Nature's dreamy colors... painted by the Creator






 Early in the morning,


even before the Sun raised


with sumptuous golden glory,


I was gazing reflectively at the horizon,


- where the sky meets the sea,


tasting slowly a sweet cup of tea…






Feelings took over my thoughts


And I felt the presence of God…


With the eyes closed, faithfully:


“ I wonder how would my life be


If I would not believe in Thee…”






I would not exist.


I would not be me…












Mirna Cavalcanti


Rio de Janeiro, January the 4th , 2012

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Conexões (III edição)






Encontro na Natureza, a mim mesma inserida e com ela harmonizo compartilho minha vida.
                                                      







“Toda a criatura deveria tentar captar o magnetismo do Universo e a ele viver conectada…”
















Canto no tempo do vento.


Danço ao compasso das horas.








Vôo às estrelas, beijo a Lua nua …


A felicidade é crua, objetiva,


erigida sobre as sonhadas realidades.








Se triste, na fé encontro alento:


Forte, mantenho longe os tormentos.








Alimento-me do belo, do bom e do justo.


Meu Norte é a paz da alma e da mente.








Conectada à linear Eternidade do Tempo,                                                                     

sinto unicidade: passado, presente e futuro                                                                     

co-existem em harmonia multidimensional.






Desloco-me entre essas esferas todas


existentes nas quais a morte


jamais se poderá fazer presente.








E livre, e combativa, firme vivo meus dias


a compartilhar o que tenho aprendido,


a defender os direitos dos oprimidos,

batendo-me tenazmente contra iniqüidades.






































Rio de Janeiro. Escrito no primeiro do último mês do ano de 2011.





segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Amanhecer dourado





 O despontar do Sol traz sempre o renascer de esperanças para todos aqueles que têm fé e interiorizam, em conexão, o pensamento à alma"





Lentamente amanhece.



Os pássaros voam alegres


- prenunciam um novo dia.


São para o Sol seu primeiro canto


- traz esperança, sonora alegria!


Harmoniza a Terra ao Universo,


Une em sinfonia, o etéro à matéria,


desperta sonhos adormecidos


- (jamais pela alma esquecidos…)






Rendo graças à Natureza, pois sua


Magia e beleza transmutam o existir


em VIVER e o faz renascer


a cada alvorecer. Reaviva a VIDA.


Vida que é milagre:




...Vivê-la é preciso, na amplitude do Ser!












Rio de Janeiro, 28 de Novembro de 2011


Mirna Cavalcanti de Albuquerque

sábado, 26 de novembro de 2011







Quando o dia dá lugar à noite, os sentimentos  todos, livres  se  harmonizam com o Universo








Anoitece.


Os pássaros recolhem-se aos seus ninhos


e Vésper já apareceu tremeluzindo.


A quietude tomou conta deste momento:


a placidez reina à minha volta.




Nada penso. Tudo sinto.














Mirna Cavalcanti de Albuquerque






Rio de Janeiro, 26 de Novembro de 2011