Eu os recebo a todos com a mente e a alma abertas.

A qualquer dia, a qualquer hora, os que aqui passarem, colham uma flor deste jardim de pensamentos e sentimentos - que é nosso - e sintam que somos todos iguais.

O que nos pode diferenciar, são nossas almas e ações.
Portanto. caminhemos sempre em direção à LUZ por toda a vida. Façamos, se possível, amizades e tentemos ser solidários.

A Nação Brasileira necessita, entre muitos, de educação, saúde, trabalho e respeito aos Valores e Princípios que a dignificam.

Fundamental, outrossim, é o respeito às Leis Justas e a luta pacífica pelo Justiça Social verdadeira, não a que está sendo incutida nas mentes menos preparadas.

A final, amigos leitores, sintam-se livres para comentar sinceramente sobre o que lerem, para que possamos interagir.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque































































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quarta-feira, 22 de junho de 2011

"Presidenta Dilma: aja com coragem! Justiça aos aposentados!"




"Os verdadeiros políticos, os desinteressados de si mesmos, espero que façam algo que mereça tenham seu nome na história deste país"






Amigos leitores,

acabo de ler e-mail de Aderval Pires Gomes, bravo e incansável guerreiro. Não pude conter minha indignação e o transcrevo a seguir. Uso seus pensamentos e após teço minhas considerações:

“O INSS quer pagar os nossos atrasados em 10 anos, ou seja, aqueles aposentados que descontaram para a previdência e que têm direitos a serem restituidos pelo governo, agora vão ter que esperar por mais 10 anos para receber as suas reposições.

Quando descontamos para a previdência não pensamos (mesmo porque é um desconto obrigatório) iria ter tantas mudanças no seu regulamento.

Para que entendam os leitores:


quem descontou sobre 20sm até 1989 e continuou trabalhando, (meu caso)saiu prejudicado, porque a partir de 1989 passamos a descontar sobre 10sm. E mesmo assim não se recebe sobre esses descontos, porque o governo muda a toda hora- e de acordo com sua conveniência. E qual o objetivo, “se não o de prejudicar os aposentados e os que se aposentarão.”


Amigos leitores, à indignação- escrita no início, aduzo o vocábulo ’revolta’ pelos motivos que se seguem:


O governo esquece que muitos desses aposentados são pessoas idosas que já passaram dos 60, 70 e até mesmo 80 anos! Como se não bastasse A IDADE-e por ela mesma, muitos sofrem de doenças que surgiram pelo desgaste natural dessa nossa máquina humana maravilhosa: o corpo.


Vários podem ser – e são seus desgastes. Alguns sofrem de hipertensão. Outros, por motivos diversos – inclusive a preocupação dessas lutas até agora inglórias contra governos desumanos e caloteiros sofrem de mais de uma doença ao mesmo tempo, pois somatizam.


Grande é o número que engrossa as fileiras dos que tiveram o conhecido Acidente Vascular Cerebral (AVC)- com seqüelas até irreversíveis... outros sofreram Infarte do Miocárdio (ataque do coração). Outros ainda há que padecem do Mal de Alzheimer (e precisam de cuidadores para a mínima sobrevivência. Onde o dinheiro para pagar esses profissionais?


Alguns ainda continuam casados, muitos outros são viúvos. Mas, mesmo que estejam ainda casados, suas esposas também já são idosas e tentam fazer o que podem com o minguado valor que lhes é pago pelo INSS...e não têm mais as forças da juventude... e também estão doentes...


Desnecessário dizer que precisam todos de medicação cujos custos excedem às suas parcas aposentadorias... Todos – sem exceção: TODOS PADECEM- E O DESCASO tanto dos políticos (leia-se agora: Câmara dos Deputados e seu presidente MARCO MAIA, QUE FAZ OUVIDOS MOUCOS E TALVEZ ESTEJA USANDO OS Projetos de Leis como almofadas – ou seja: sentou-se literalmente em cima dos mesmos e não responde aos apelos dos aposentados de forma alguma – nem aos que por eles clamam, pois seus direitos são incontestes. Entre esses, salientam-se os nomes de Odoaldo Vasconcellos Passos, prof.Oswaldo Colombo Filho, o caríssimo prof. Castro e tantos outros que se têm dedicado a essa nobre e justa causa. A esses clamores,resposta alguma. Esclareço: Marco Maia não ensurdeceu , pois ouve e muito bem o que lhe interessa.


Referentemente a Paulo Paim, nobre senador pelo meu estado, está fazendo carreira há anos! Após ter sido reeleito com os votos dos aposentados, olvidou-se das promessas todas e, no que se refere justamente aos que nele votaram, esfumou-se... Passou do estado sólido para o gasoso


No que tange aos representantes sindicais (federações e confederação), têm-se feito de tontos, pois o chapéu lhes cabe (salvo raríssimas exceções).


O presidente da COPAB – nem lhe vou citar o nome, pois não merece o faça- gosta é de fazer marolas: fundou um partido político do qual, se não estou enganada, tornou-se ele mesmo seu presidente...


E la nave vá... como escreveu o falecido cineasta italiano Fellini...


Enquanto a nave segue seu curso no rio do tempo, fica a pergunta:                                                                                    

"|Quando farão justiça com os aposentados?”






Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                  OAB/RJ 004762

terça-feira, 27 de julho de 2010

APOSENTADOS, INSS E O CONLUIO DO GOVERNO COM OS SINDICATOS.

VAMOS TODOS AGIR NO SENTIDO DA DEVOLUÇÃO,PELO INSS DA ’CONTRIBUIÇÃO SINDICAL’ DA QUAL NÃO SABÍAMOS!



Senhores leitores,


Recebi a indicação desta matéria por e-mail. de um colega de profissão, Gilberto Lenhardt e vem ao encontro de tudo o que tenho estado a escrever sobre o assunto (é só ler minhas matérias e comentários).

Afirmado tenho que não confio em sindicalistas, uma vez que se tornam dirigentes de sindicatos, confederações, federações, etc... Podem até haver exceções. Todavia, não as conheço.


No caso dos aposentados do RGPS, por exemplo, a COPAB muito poderia ter feito. Sua atuação foi pífia, sem brilho, sem a força que deveria ter e estão aí seus dirigentes a cantar uma vitória que não existiu.


Enquanto isso, sua vida boa continua - e paga com as contribuições de todos - de forma compulsória, sem até mesmo que se saiba,


Assim, sendo, poderá ser considerada como ’apropriação indébita’, tipificada em nossa Legislação Penal substantiva - e sujeita à penalidade.


Pode-se ir até mais longe, dependendo da interpretação : "Lei 9983/00: crime de apropriação indébita previdenciária" .


Alguns de vocês passaram ’procuração’ para o INSS para que fizesse esse desconto indevido?




DEVEMOS EXIGIR SEJAM-NOS ENVIADAS AS CÓPIAS MENSAIS DOS CONTRACHEQUES.


E MAIS: SEJAM-NOS DEVOLVIDAS AS CONTRIBUIÇÕES compulsórias-


para as tais instituições representativas dos aposentados - NÃO POR VULTOSAS’


(individualmente, mas se somadas todas ... ) MAS POR ILEGAIS.




Façamos com que caiam de seus cavalos e deixem de viver à La larga. Assim, terão que receber a miséria que recebemos e verão o que é bom!


ADEUS, LÍDERES SINDICAIS! ACABOU-SE A BOA VIDA!


Mirna Cavalcanti de Albuquerque


OAB/RJ 004762




Leiam abaixo, senhores e - mãos á obra! Não permitamos mais que tais dirigentes sindicais continuem a viver às nossas custas!


Pelego.


No sindicalismo essa é a palavra que define o indivíduo que, ao invés de lutar pela classe, rende-se às benesses dos patrões ou leva "algum" para "olhar para o outro lado". Nada era mais execrado no mundo sindical do que um pelego.

Sim... era. Porque, atualmente, pelego virou praticamente a denominação de todos os dirigentes sindicais e membros de entidades de classe espalhados pelo Brasil. É claro que isso não aconteceu "por milagre".


A chegada do PT ao poder provocou um estranho fenômeno financeiro em todos os sindicatos e nas centrais sindicais: A grana fácil. De uma hora para outra, milhões de reais foram repassados dos cofres públicos para inúmeros "projetos" realizados pelos sindicatos e, até mesmo, sem a destinação para algum projeto o dinheiro público é repassado aos sindicatos e para as centrais mediante projetos de lei, portarias e medidas provisórias feitos "sob medida" por políticos do PT ou da base aliada.


A maior prova disso é a escalada patrimonial de todos os dirigentes sindicais "fechados" com o PT. Muitos, que antes da primeira vitória de Lula, mal tinham onde "caírem mortos", hoje são donos de confortáveis mansões, carros novos e muitos bem materiais relevantes. Isso já foi alvo de CPI’s abortadas pela esmagadora maioria que o PT mantém no Congresso e mesmo de várias investigações da Polícia Federal. Algumas vieram à tona e renderam processos contra esses sindicalistas no STF - e agora descansam alegremente nas gavetas do tribunal.


Mas, esse nem é o propósito deste artigo. O que quero mostrar aqui é mais uma vergonhosa mamata e o conluio entre governo e sindicatos para meter a mão no bolso do trabalhador que eles dizem defender. Através da aprovação de um dispositivo que permite aos sindicatos continuar descontando a contribuição sindical de empregados aposentados, diretamente na folha do INSS mediante autorização expressa; as centrais sindicais como a CUT, Força Sindical, Contag, Cobap, Sindinapi e mais outros sindicatos variados estão descontando esses valores sem a autorização do trabalhador e com a anuência do INSS.


O mais grave é a falta de contra-cheques para a conferência dos descontos efetuados nos benefícios; impede que o aposentado veja o débito sendo efetuado em sua aposentadoria. Somente acessando a Internet e imprimindo um demonstrativo de pagamento é possível saber se você foi vítima do golpe ou não. Além disso, se tiver tirado "a sorte grande" e descobrir-se uma vítima da pelegada paga a soldo do governo, o INSS não suspende o desconto. Será necessário que você vá até a central sindical ou ao sindicato responsável pelo débito solicitar a interrupção do desconto.


Não é lindo? Além de ser vitima de um golpe patrocinado pelo INSS e pelo governo, o aposentado tem que "correr atrás" para ter os débitos interrompidos e, só Deus sabe, conseguir a restituição dos valores pagos indevidamente.

Só depois que a imprensa "jogou no ventilador" é que o governo ordenou ao INSS que promova uma "auditoria" para levantar os montantes da fraude e descobrir como ela pode acontecer, já que os dados são sigilosos e havia a necessidade de anuência do aposentado para que os débitos fossem efetuados.


É isso aí. Juntar um governo que é avesso ao cumprimento das leis, desrespeita o cidadão e o contribuinte, acintosamente, com um bando de pelegos que só querem garantir "a boquinha" só podia dar nisso.


Agora imaginem o que pode estar "rolando" para garantir o silêncio e a calma das centrais sindicais eestudantis e a gente nem sonhou em descobrir ainda.


Pensem nisso.


http://www.visaopanoramica.com/2010/07/22/aposentados-inss-e-o-conluio-do-governo-com-os-sindicatos/

domingo, 25 de julho de 2010

AERUS,VARIG, RGPS,FATOR PREVIDENCIÁRIO e os PODERES

   "Sempre considerei as ações dos homens como as melhores intérpretes dos seus pensamentos." (John Lennon)







ANTESCRIPTUM


”Um político só poderá transformar-se em Estadista, quando parar de ocupar-se com as próximas eleições e iniciar a preocupar-se com as próximas gerações” (Winston Churchill)















Fiz uma pequena compilação dos artigos que postei sobre VACCAREZZA, sobre a réplica do economista OSWALDO COLOMBO FILHO, bem como as INTRODUÇÕES por mim redigidas sobre tais artigos, as quais podem ser consideradas artigos elas mesmas.



Estamos a passar por turbulências, inseguranças, incertezas , falta de confiança em nossos representantes e principalmente: a iminência de grande perigo para a Democracia.


Reproduzi novamente o que Churchill pensava sobre políticos e estadistas, pois a simples leitura de suas palavras leva-nos com tristeza, à constatação lógica e reveladora da conclusão de que, entre TODOS os atuais políticos há no máximo, somente CINCO que têm as qualidades intrínsecamente imprescindíveis e fundamentais exigidas de um ESTADISTA, no sentido exato que abrange a definição deste vocábulo. (*)


Os políticos que têm tido alguma atuação positiva são pouquíssimos e mesmo esses, não ’deram o passo à frente imprescindível para assegurar fosse firmado o que prometeram (entre outros) em campanha: o Fim do Fator Previdenciário.
Pensaram apenas nas “próximas eleições” …

Há que ressalvar, portanto, a existência de poucos e verdadeiros políticos, pois a maioria não passa de politiqueiros.
Who’s Who? (ou, em vernáculo: “quem é quem… ou seria melhor escrever, para o caso, e em tradução livre: quem é o quê?)
Ao fim e ao cabo, conclui-se: pelo fato de não terem agido da forma não só que deles se esperava, como – e principalmente – por dizerem inverdades e através delas ludibriarem pessoas de boa fé (seus eleitores), a confiança depositada pelo povo neles, esvaiu-se, acabou-se .


Tem sido, sem dúvidas quaisquer que sejam, sua forma desrespeitosa de agir – contrária ao seu expressar – o quanto basta para neles não mais haver possibilidade alguma de acreditar-se.
Confiança se conquista com atos, não com palavras.


“Presta confiança às ações dos homens, mas não ao que eles dizem”, ensinava Demophilus.

Em sendo assim, não devemos neles nunca mais votar. Como passarmos uma PROCURAÇÃO para que nos representem na defesa de nossos direitos? Sim, o voto pode ser considerado como sendo uma procuração que se passa para alguém com o objetivo de atuar em nosso nome.


Portanto, senhores membros do Congresso da República Federativa do Brasil e senhor Lula da silva, presidente deste país: podem estar certos de que, para muitos dos senhores, a reeleição não será tão fácil como talvez ainda estivessem a imaginar.


ALERTARAM-NOS, com seus agires - ISSO SIM, para o fato de que suas palavras estão em desarmonia com seus atos. Quando tal ocorre, nada se pode pensar – nem fazer – que lhes seja favorável. Instaurada está a descrença na maioria dos senhores.
Tudo nos leva crer em um plano – e não tão bem urdido – pois que descoberto antes das eleições – entre os Poderes Legislativo e Executivo para que o Fator Previdenciário permanecesse . Foi um ‘joguinho’ entre os senhores. Nada mais que simples e mal feita mis-en-scène … não lograram êxito. Não político. Metaforicamente falando, a maioria dos senhores cometeu verdadeiro suicídio político.
Esclareço outrossim, que os quatro senadores de minha lista de notáveis, me decepcionaram: PAULO PAIM, PEDRO SIMON, ÁLVARO DIAS e FLÁVIO ARNS.


PAULO PAIM foi uma só decepção… fez…fez… e não atingiu a meta por não ter querido mais expor-se, talvez por falta de coragem ou por não ter saído do PT: “Não se pode servir a dois senhores ao mesmo tempo, diz o ditado. O “Senhor” do senador, não é o povo, mas o Homem de Garanhuns. para o qual muitos fazem prescindíveis reverências . Sim, o cidadão deve respeitar o cargo de Presidente da República – quando quem o ocupa o faz com dignidade. A maioria dos atos de Lula, desde o início de seu governo falam por si próprios.

“Há que pressionar. O povo tem que pressionar” !
Senador Paim, é quase impossivel acreditar que um político experiente, sempre eleito por suas atitudes firmes, principalmente na defesa dos direitos dos trabalhadores, dos aposentados… , ler que têm indicado aos seus eleitores pressionar” os membros dos Poderes para cumprirem com suas obrigações. Com respeito, permita-me dizer-lhe: isso cabia - e cabe ao senhor como representante legal dessa classe de cidadãos.
É preciso, então, consoante suas palavras, em um país democrático – ainda (e que Deus faça com que assim permaneça) - é preciso, repito, PRESSIONAR os políticos para que atuem em nome do povo (com salários elevadíssimos) em defesa dos direitos desse mesmo povo?
Se é preciso que assim se aja, que espécie de políticos são esses? Que espécie de Política é essa? Qual a necessidade de existir do Congresso da República, cujos membros necessitam ser forçados pelo povo, a agir- ou melhor dizer: a trabalhar visando o benefício deste mesmo povo e não seus próprios e egóticos interesses eleitoreriros?


Senhor Paim: os aposentados têm feito aquilo que está ao seu alcance – e não me refiro ao presidente da COPAB. Refiro-me ESPECIFICAMENTE aos sindicalizados, justamente os que aquele presidente deveria estar realmente representando, ao invés de já também estar a REPRESENTAR SEUS INTERESSES. Se estivesse aquele senhor a atuar na verdade em defesa dos interesses da categoria, muito poderia ter feito.


SINDICATOS… CONFEDERAÇÕES… acreditem neles os crédulos, pois os que neles confiaram, pelos resultados negativos obtidos e graças, em grande parte, à sua pífia atuação, já não mais merecem confiança alguma.
Aliás, deveriam todos os aposentados entrar na Justiça para que não mais lhes seja indevidamente descontada a contribuição mensal para aquelas instituições. Isso feito, elas ir-se-ão esvaziando, seus cofres também, e seus dirigentes deixariam de levar a vida cheia de benesses – a mesma pela qual deveriam estar lutando para que melhorasse o modus vivendi daqueles que deveriam representar.
Paulo Paim, prezado conterrâneo: desejo sinceramente que toda sua história de vida, não tenha sido para sempre deletada do ‘hard drive’, nem dos arquivos de sua vida política. 0


PEDRO SIMON, nobre senador da terra que ouviu meu primeiro choro e onde meus pulmões, se inflaram com o oxigênio puro da vida do nosso Rio Grande! Seu site publicou artigos de minha autoria e recebo com prazer mensagens de sua Assessoria de Imprensa, que me informam de sua atuação.

Caro senador de nosso rincão amado: admiro-lhe a inteligência, a integridade, a capacidade, a forma de agir – enfim, a maneira digna com que vem conduzindo sua vida política que está indubitavelmente conectada com sua vida pessoal.


Lembro-me de ter eu sofrido – sem que V. Exa. soubesse – sua dor como se minha fosse, quando a tragédia atingiu-lhe a existência perpendicular e profundamente. Muito pedi a Deus para que lhe desse forças. Graças ao Pai de todos nós, o senhor encontrou-a na FÉ.


Não quero perder a admiração fundamentada no respeito que sinto por sua pessoa. O que aconteceu? Até onde saiba, nada fez para ajudar nossos aposentados, tampouco o pessoal da NOSSA VARIG (AERUS)? Por gentileza me perdoe se estou errada, mas se não estou, agradeceria se me informasse. .

ÁLVARO DIAS, excelente governador do Paraná por dois mandatos , talvez o mais atuante dentre todos os demais senadores desta República que, no meu entender, deveria ter sido escolhido pelo seu partido para candidato à própria Presidência da República (sem ofensa alguma ao também capaz e digno atual candidato, José Serra).
Nobre Senador do Paraná: afirmo isso pelo fato de que, tendo o exemplo de seus feitos como homem público naquele Estado do Sul, posso imaginar o que viria a fazer por nosso país como presidente do mesmo – se eleito fosse. Garanto-lhe que teria meu voto, de minha família, amigos e todos quantos mais poderia – e posso obter para o senhor (atos esses que tenho como fazer para qualquer outro candidato sério – portanto, a senhorinha Dilma não se pode definitivamente encontrar entre os candidatos aos quais me refiro).
Inteligência, as capacidades administrativa e legislativa têm-nas o senhor demonstrado em suas realizações, seu posicionamento ético objetivo e firme… tudo o que tenho observado de sua atuação como homem público, revela sua condição de verdadeiro representante do povo, portanto de digno político.


FLÁVIO ARNS, que havia agido de forma positivamente inesperada para mim, ao afastar-se – e justificadamente do PT, quando da vergonhosa atuação de Paulo Duque, presidente do Conselho de Ética, ao arquivar de plano todas as representações contra José Ribamar Sarney, a vergonha do Maranhão e do Brasil, ex-presidente deste país em decorrência de uma tragédia. Paulo Duque, no ocaso de sua vida, arquivou todas as consistentes representações com desculpas descabidas de não haver provas consistentes contra a figura Feudal do Senhor do Maranhão..

Digo-lhe prezado senador ARNS: passei a admirar sua pessoa pela atitude tomada então. Não sei, e por isso indago: qual foi sua atuação em defesa dos aposentados, pensionistas do RGPS, enfim, também o pessoal todo da VARIG e do AERUS?

INDAGO, por final ainda: PAULO PAIM, PEDRO SIMON e ÁLVARO DIAS: como agiram quando do aumento de muito mais de 30% que se auto-concedeu o Congresso Nacional?
As desculpas para não derrubarem o veto presidencial ao referido fator, todos sabemos e, em termos comuns: falta de dinheiro. Como então este existe dinheiro para um aumento desproporcional para os membros do CONGRESSO?
Não determina nossa Legislação sermos todos iguais em Direitos e Obrigações?

Referentemente aos senadores nomeados supra, transcrevo ensinamento do iluminado SRI RAMAKRISNA:
 “É prudente aquele que não confia mais em quem o iludiu uma vez; mas será injusto não confiar em mais ninguém porque foi iludido por outrem”.


Por isso, senhores senadores acima nomeados, para não cometer injustiça com os senhores, o que politicamente poderia vir a prejudicá-los, fico no aguardo de pronunciamento pessoal dos senhores.


Quanto a CÃNDIDO VACCAREZZA: líder do PT na Câmara Baixa


Relativamente ao ‘aumento’ dos aposentados, e a ‘razão’ de o Fator Previdenciário não ter sido anulado pelo Congresso como deveria tê-lo feito foi dita – mas não justificada pela fala irresponsável de VACCAREZZA.

Mais grave ainda, é que falou ele em nome de seus pares todos e do próprio Soberano Lula I e Único. Fica, no entanto, a pergunta para Vaccarezza, tão “cuidadoso” com as finanças públicas: “Em quanto monta o prejuízo do auto-concedido aumento dos senhores parlamentares, que é mais do que 30% para cada um? ”


Vaccarezza demonstrou ao máximo sua falta de tino político e carência de inteligência, além de, com inverdades, pretender continuar a ludibriar os aposentados, menosprezou-lhes também a inteligência (esse agir é comum em pessoas cujo QI deixa a desejar). SE , agora por absurdo, o governo que o senhor Vaccarezza representa na Câmara Baixa estivesse mesmo pensando em fazer o que declarou em seu mais que infeliz pronunciamento, já o teria feito.


Basta de faltar com a verdade, senhor VACCAREZZA, volte a pensar em viver de sua profissão – se é que algum dia pode dela tirar seu sustento. Parece que se formou em medicina. Antes que pense de forma erronea: na verdade, não estou a dar-lhe ‘conselhos’ e em nada me interessa sua biografia. Seus atos mostram quem o senhor é: mais um ilusionista; mas não se alegre. Não chega nem perto, neste aspecto, da perfeição de seu Chefe (naturalmente um grande ator) pois não domina a arte de agir de forma genial e naturalmente histriônica como ele.
Sua figura, deputado VACCAREZZA, data vênia, é apagada, sem brilho próprio – e tão sem brilho quanto BRIO.
Portanto, pelo ocorrido e pelo andar dos acontecimentos, sua reeleição e mesmo sua carreira política, parece ter chegado ao fim. Ah! Ao ler sua biografia, nela consta ser o senhor é (sic) autor do Código do Idoso. Foi mesmo, ou houve engano tipográfico? Pois se verdadeiro, configura-se realmente o que escrevi no início: as palavras – principalmente as suas, estão em dissonância com seus atos.

À guisa de simples informação: a família de meu pai tem raízes profundas em Pernambuco – a terra que o seu agir tem envergonhado. POSSO GARANTIR QUE DIFICILMENTE ALGUM DELES depositará voto em seu nome. Quase sem conta é o numero dos Cavalcanti de Albuquerque, Pessoa Cavalcanti, Hollanda de Albuquerque, Hollanda Cavalcanti e muitos mais, encontrados em todos os Estados deste nosso imenso Brasil.
Por oportuno: conhece o senhor o ditado: “No Nordeste, quem não é’ Cavalcanti’ é Cavalgado”?


NOTA: Peço-lhe, senhor VACCAREZZA, que leia até o final, apesar de longa a matéria, pois, ao terminar o artigo do economista OSWALDO COLOMBO FILHO, senti-me na obrigação de fazer-lhe a pergunta abaixo:


“E agora, deputado VACCAREZZA?
CABE-LHE certamente a TRÉPLICA .… OU MANTER-SE-Á CALADO, POIS, por mais que procurem seus assessores, NÃO ENCONTRARÃO ARGUMENTOS quaisquer que sejam que possam dar supedâneo às suas afirmações (?)




ARTIGO I






VACCAREZZA SEGUE MENTINDO PARA OS APOSENTADOS


ENCAMINHAMENTO de Mirna Cavalcanti de Albuquerque


Senhores leitores, aposentados, pensionistas e amigos,


Posto abaixo o pronunciamento de Cândido Vaccarezza, lider do PT na Câmara Federal. O texto é eivado de inverdades quase em sua totalidade. Não se pode admitir que o referido deputado pelo Estado de São Paulo, tenha passado tanto tempo a iludir nossos aposentados e pensionistas. Aliás: para um povo consciente, a ação daquele ’político’ basta para que ele jamais venha a ser reeleito.


Não se mente para uma criança, pois ela passará a não confiar em nós e mesmo nos demais, perdendo sua referência para crescer como pessoa de bem. Não se mente para os adultos, pois terão certeza de estarem a lidar com pessoa destituída de Valores. Não se mente para os idosos, pois esses, já com seus cabelos embranquecidos pelo perpassar inexorável do TEMPO, merecem RESPEITO. Não se mente e tampouco se aceita sejam ludibriados por politiqueiros cujo único objetivo é a busca de votos para continuarem a ganhar salários inaceitáveis para a Realidade Brasileira e a viver com mordomias que só os muito ricos podem desfrutar.


Ressalte-se ainda: esses ’ricos’(*) a maioria das vezes, trabalharam e ainda trabalham, raiando ou mesmo ultrapassando os 80 ou mais anos de idade. Assim, o que possuem, foi obtido com muito trabalho – e não à custa do dinheiro do Estado, como imaginam alguns. Resta-nos apenas lamentar que uns e outros alienados e intelectualóides desconheçam a História e todas as Ciências que levam ao Conhecimento. Sabiamente ensinam-nos os franceses: “hony soit qui mal y pense “…Se esses coitados guardassem sua ignorância para si, é uma coisa. A partir do momento em que passam a disseminá-la febril e maldosamente, qual praga virulenta através dos meios de comunicação, deveriam seus escritos passar antes por um severo crivo. Nosso tão bom e crédulo povo não merece ser desinformado, mas ensinado por quem sabe e poderia fazê-lo(**).

INFORMAR algo relevante, COM O FITO DE FORMAR – OU AUXILIAR A FORMAR CIDADÃOS DE CARÁTER ÍNTEGRO, que possam ser úteis à sociedade, fazer com que cresçam saudáveis mental e fisicamente, sabendo que há um lugar ao Sol para todos sem que seja necessário recorrer a meios ilícitos, amorais, raiando mesmo os imorais e até mesmo os criminosos, pode levar-nos a pensar em encetar as ações cabíveis, tipificadas em nossas legislações Civil e Penal Substantivas…(ou seja: Códigos Civil e Penal), com penalidades bastante mais duras e eficazes, desde de a Lei de Imprensa não mais está sendo aplicada a casos que tais.


Retornando ao tema, após ter ’lembrado’ aos que escrevem sem saber: Devemos ensinar que somos todos iguais em Direitos e obrigações. Mostrar, com exemplos e palavras o que significa a tanto invocada, mas pouco entendida e, por isso abusada Liberdade de Expressão… e que a Democracia é ainda a melhor forma de governo SE AS LUZES DA EDUCAÇÃO FOREM ACESAS para iluminar as trevas inundadas de proposital ignorância mantida por governos que têm interesse de nelas o povo manter, para permanecerem no Poder por quanto tempo vivos estiverem, esses tipos de politiqueiros não chegarão nem mesmo a ser candidatos.


São, portanto, esses, os deveres de verdadeiros e bons cidadãos: dividir o que sabem como seus semelhantes, já que o Sistema Educacional Brasileiro, está longe do que deveria ensinar, e se afastando mais e mais do que deveria ser.


O QUE DESEJAMOS, OS BONS BRASILEIROS, PARA A NAÇÃO : queremos nosso povo com saúde e real conhecimento do que ocorre, para assim ter como votar de forma consciente, de maneira a podermos vir a ter como representantes, pessoas de escol e não a maioria que temos tido nos cargos eletivos.
O que tem ocorrido neste nosso país é prova do que escrevo.

Meu foco nesta matéria, do qual não posso, não devo, nem irei jamais perder, é demonstrar quantum satis (o quanto baste), ao povo deste Brasil, o quão podem ser mentirosos os polítiqueiros como o senhor VACCAREZZA. Deu esperanças aos aposentados, iludiu aqueles a quem deveria respeitar e ainda, com ousadia por demais intolerável, quer ’votos’!… Mas segue seu discurso eivado de inverdades, para enganar mais ainda o povo .


Informo: Mirna Schneider Cavalcanti de Albuquerque tem parentes, amigos, colegas e pessoas que a estimam e respeitam como pessoa e profissional. – em todo este nosso Brasil. A família de seu pai chegou pouco após Cabral, há mais de quinhentos anos e o Brasil muito a eles deve. A História de nossa pátria está enriquecida por nomes ilustres.
O primeiro Cardeal Primaz do Brasil foi Arcoverde Cavalcanti de Albuquerque um seu ancestral .
Di Cavalcanti, primo de seu pai. João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, também seu parente próximo. E. para citar apenas mais um – entre tantos, Celso Cavalcanti de Albuquerque, maestro e compositor do Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, seu já falecido tio, é autor de duas óperas, diversos concertos, e tudo o mais que sua genialidade construiu. Sua obra ainda não é totalmente do conhecimento do povo – mas breve o será, vez que integrará o rico acervo da Música Brasileira, através de doação a ser por sua sobrinha (eu) feita.
Para os que não sabem: os Cavalcanti originam-se de Firenze, Itália, e eram banqueiros judeus. Se os Médici transformaram-se nos maiores mecenas da Renascença, que floriu primeiramente em Florença, foi graças aos empréstimos para eles feitos pelos Cavalcanti.


Correm portanto em minhas veias, sangues da nobreza européia, não só da Itália, Portugal e Polônia, como os de simples imigrantes prussianos, de judeus, de índios guaranis e certamente de negros africanos.
Isso tudo é motivo de orgulho para mim, pois deles todos herdei a nobreza de caráter, a vontade de estudar, a força para trabalhar e a coragem para continuar a lutar com minhas armas: as palavras, pelo bem, pelo bom, pelo justo e por todos quantos estejam a sofrer iniqüidades de qualquer espécie. Não preciso dizer mais nada. Meus atos falam por mim.


Minha luta prossegue, sem ser contaminada pelo lamaçal onde muitos estão a trabalhar para fazer do Brasil uma Cuba Continental  ou reviver uma Rússia, ensangüentada, vã tentativa de ressuscitar um regime que não deu certo.


Leiam abaixo, senhores, o que declarou à Imprensa o senhor VACCAREZZA – vergonha até mesmo de politiqueiro – por todo o exposto acima e pela matéria a seguir desta, na qual o economista Oswaldo Colombo Filho, membro Fundador do “Movimento Brasil com Dignidade“, rechaça, em sua “CARTA ABERTA” as falsas asserções do ainda deputado Vaccarezza.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                        OAB/RJ 004762


(*) Qual será a idéia que essas pessoas travadas mentalmente consideram ser ’rico’?…






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III – PRÓLOGO DO ARTIGO DE SOBRE A DECLARAÇÃO DE VACCAREZZA
Mirna Cavalcanti de Albuquerque






Senhores deputados e Senadores da República:






A forma com que têm agido com nossos aposentados e pensionistas é inaceitável para os que se elegem para representar o povo. Envio-lhes este e-mail no qual copiei matéria redigida pelo economista OWALDO COLOMBO FILHO em resposta às declarações inconsistentes do dep. CÂNDIDO VACCAREZZA. Dividi-a portanto, em dois títulos pois fiz questão de transcrever ipsis litteris as referidas ‘Declarações’ do deputado acima nomeado, por inconsistentes e sem supedâneo sob qualquer ângulo que se lhes analise.


Tanto assim é que o mencionado acima economista rechaçou-as, provando que carecem dos fundamentos Lógico, Legal e Matemático. Acrescentei à já excelente matéria, Introduções por mim elaboradas, que, de per si são também artigos, vez que exponho minhas opiniões face aos fatos . Leiam-nas senhores, com a atenção devida. Podem estar certos de que, para muitos dos senhores, a reeleição não será tão fácil como poderiam estar imaginando. A forma com que têm agido com nossos aposentados e pensionistas é inaceitável tendo em vista que se elegem para representar o povo. Sem mais para o momento, subscrevo-me atenciosamente,

Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                               OAB/RJ 004762




CORPO DO ARTIGO SOBRE DECLARAÇÕES IMPROCEDENTES DE VACCAREZZA  “Reajuste foi ato de responsabilidade”


Medidas de remanejamento fiscal, da ordem de R$ 1,7 bilhão, vão ser tomadas para pagar o reajuste de 7,72% para os aposentados. Uma razão política, é bom que se reconheça desde já, conduziu a decisão do presidente da República na aprovação do reajuste de 7,72% para os aposentados.
Mas uma razão política não é o mesmo que uma razão eleitoral, para supostamente não trazer desgaste à candidata do governo à Presidência, como quiseram entender alguns mais apressados.
É verdade que os ministros da Fazenda e do Planejamento vinham recomendando o veto ao reajuste de 7,72%, considerando seu impacto nas contas públicas.
Mas também é bom que se diga que o governo já havia negociado com centrais sindicais e entidades de aposentados, na edição de medida provisória (MP), um reajuste de 6,14%, acima da inflação do período.


Quis o Congresso Nacional, porém, elevar a barra do reajuste. Na reunião realizada com o presidente da República para decidir sobre a sanção da lei, defendi, após exposição dos argumentos econômicos, que não houvesse veto. Como eu próprio, na condição de líder do governo, havia batido tanto na tecla da manutenção do acordo original e alertado para a contingência de um veto presidencial aos 7,72%, é de se perguntar, afinal, o que mudou?


Mudou a minha apreciação sobre a natureza política do veto no Congresso, como disse na reunião com o presidente e ministros e em discurso no plenário da Câmara. Explico. Quaisquer que sejam as razões, ficou absolutamente nítida a vontade tanto do Senado como da Câmara de alargar a faixa de reajuste.


Em menos de dois meses, ambas as Casas reafirmaram, por larga maioria, a disposição de ir além dos 6,14% anteriormente negociados. Também adotaram a temerária posição de extinguir o fator previdenciário, sem prover substituto minimamente razoável para dar sustentabilidade às contas da Previdência Social, evitando que pessoas voltassem a se aposentar com idades de até 42 ou 45 anos. Isso quando a expectativa de vida do trabalhador brasileiro só fez aumentar nas últimas décadas. Do ponto de vista político, seria um irrealismo não reconhecer que o Congresso teria claro empenho em, no mês de agosto, alargar um outro reajuste que o governo viesse a propor em nova MP, na hipótese de terem sido vetados os 7,72%. O irrealismo poderia causar desconforto ainda mais grave para as contas públicas. Certamente, por paralelismo, veto duplo aos 7,72% e ao fator previdenciário levaria o Congresso a se reafirmar, legitimamente, como poder autônomo, derrubando os dois possíveis vetos.


E o estrago com eventual fim da regra atual levaria a obrigações previdenciárias novas superiores a R$15 bilhões. O governo Lula tem profundo respeito pelos aposentados e não se recusa a repensar a regra do fator previdenciário. Desde 2003, houve reajustes reais, descontada a inflação, de 54% das aposentadorias equivalentes ao salário mínimo. O reajuste de 7,72% é o maior do mundo para aposentados. Quanto ao fator previdenciário, o PT promove no Congresso o debate em torno da regra 85/95, como possível sucedâneo ao fator. A regra prevê que a soma da idade e do tempo de contribuição deve ser de 85 anos para mulheres e 95 para homens.


Minha posição de fundo, assim como, no meu entender, a do presidente e de seus ministros, prossegue íntegra. Preservamos o compromisso com a responsabilidade fiscal e o equilíbrio das contas públicas como um valor superior, requisito básico para a estabilidade da moeda nacional e a manutenção da inflação dentro das metas. Assim, medidas de remanejamento fiscal, da ordem de R$ 1,7 bilhão, vão ser tomadas para o pagamento do reajuste.


O presidente da República firmou, antes de mais nada, um ato de responsabilidade. Ganham os aposentados, sem perder o país.(???)






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Artigo II






CARTA ABERTA do economista OSWALDO COLOMBO FILHO ao deputado CÂNDIDO VACCAREZZA






Encaminhamento: Mirna Cavalcanti de Albuquerque






Amigos aposentados e pensionistas,






Senhores leitores,




Hoje publico a matéria que complementa a de ontem: “Vaccarezza continua a mentir para os aposentados”. É de autoria do senhor economista Oswaldo Colombo Filho, membro fundador do Movimento Brasil Dignidade.


Leiam-na abaixo, após a Introdução por mim redigida – e leiam-na atentamente, vez que seu autor, fundamentado na VERDADE foi muito feliz em suas ponderações. Analisou as asserções de Vaccarezza com clareza meridiana. E, ao isto fazer, o economista Oswaldo Colombo filho provou serem enganosas as apresentações daquele (ainda) deputado e líder do PT na Câmara.


I – INTRODUÇÃO

Mirna Cavalcanti de Albuquerque


Por mais que tente, não há como deixar de pensar na realidade – e desumana – que vivem nossos aposentados e pensionistas.

Alijados de seus direitos legítimos por todos os presidentes, à exceção de Getúlio Vargas, cada dia que passa, semanas, meses e anos, seus proventos têm diminuído sem cessar. Não importa a negação dos ir(responsáveis) governantes.


Palavras podem ser ditas, – ou escritas – quaisquer que sejam. Bobagens ouvem-se e são lidas todos os dias. Números? Apesar de NÃO MENTIREM, podem ser e são manipulados, uma vez que os próprios índices utilizados para efetuar os cálculos o são. O fato é que a realidade é só uma: o que ocorre – e os discursos da maioria dos políticos dela se encontra por demais afastada.


Portanto, suas reiteradas negativas (*) com porcentagens, números e tudo o mais, não têm o poder de fazê-la desaparecer. Ela está presente em nosso dia a dia, assim como o dinheiro se encontra ausente nos bolsos de todos nós.


O salário – ou aposentadoria – assim que recebido – já tem praticamente o destino certo: pagar todas as contas de sobrevivência: luz, gás, moradia, alimentação, condução, etc. Isso para não mencionar os pagamentos extorsivos e sempre aumentados dos planos de saúde, remédios (que muitos de nós somos obrigados a tomar durante toda a vida)… Assim, facilmente prova-se e comprova-se que tanto o salário quanto os valores das prestações de benefícios continuados (leia-se, no caso, aposentadorias e pensões) não mantêm, de forma alguma – e inconstitucionalmente – o poder de compra quando foi percebido o primeiro salário – ou benefício. Não adentrarei aqui em detalhes atuariais, técnicos ou jurídicos. Tenho feito isso há anos. Tenho tentado convencer os que poderiam ter mudado isso tudo. Para tanto, não ficava só nos campos da Lógica, das Leis, ou mesmo no que, segundo meu ético pensar, deveria ser feito, por justo. Ia – e vou – e irei – sempre mais além, buscando respaldo atuarial para quase todas as minhas proposições, planificações para poder transformar meus sonhos e anseios em JUSTIÇA. Justiça esta que, por desrespeito dos governos, tem-se que buscar nos Tribunais. Tivessem sido os governos todos cumpridores de seus deveres, tivessem sido justos, e, acima e além humanos, não estariam os tribunais abarrotados desnecessariamente com processos contra o INSS.(**) Pensava – e penso o que esse segmento importante da sociedade: os aposentados, além de terem vertido contribuições para o INSS – como era seu dever (***) fizeram por onde serem respeitados e devem receber ao final de cada mês, corrigidas e atualizadas o correspondente às contribuições por eles vertidas para o INSS durante toda sua vida ativa. Estou segura de que os valores referentes àquelas contribuições deveriam, repito: ser atualizados e corrigidos passo a passo com a inflação, para que fosse possível manter seu valor de compra ao tempo em que perceberam seu primeiro benefício. Isso não tem ocorrido. E tais valores deveriam ser matematicamente calculados, sem artifícios ou manipulações dos dices todos, como ocorre. Teses já sem conta escritas, defesas das mesmas em Congressos, de nada valeram para a realidade objetiva de nosso povo.


Mesmo na Presidência da Comissão de Estudos Permanentes do Estudo do Direito Previdenciário Brasileiro, do Instituto dos Advogados Brasileiros, debruçava-me a escrever e jamais deixei os campos de batalha dessa guerra incessante contra a força dos PODEROSOS, sua ignorância, DESONESTIDADE e mesquinhez.


Tenho sido incansável. Muitas foram as vezes que trabalhei por três dias consecutivos, sem pensar em dormir, pois não conseguia relaxar o pensamento, desviá-lo da rota… Havia – e há – o dever a cumprir. Tenho feito tudo por amor. É este sentimento que compreende, engloba a todos os demais, no qual me irmano aos meus semelhantes, mormente aos que, já adentrados em anos, perderam as forças e até as esperanças… para eles tudo se vai tornando mais difícil, quando não impossível. Não lhes poderia – nem poderei abandonar. Não eu.


Referentemente aos sindicatos, salvo uns poucos, como alguns que congregam certas profissões liberais, têm interesses outros que não aos quais se propõem. O interesse de seus dirigentes é diametralmente oposto ao do de seus sindicalizados. Registre-se ainda : dão-se sempre bem em termos financeiros e políticos, enquanto fingem que estão a trabalhar para seus filiados. Na verdade, ao fazerem alianças espúrias, são verdadeiros traidores dos que deveriam representar. CUT? União Sindical? Força Sindical… ou lá qual seja… Verifiquem, senhores o que escrevo. NEGOCIAM direitos dos sindicalizados por seus pessoais interesses. Transformou-se, a maioria em mercadores, comerciantes de vidas. E mais: esconsa e compulsoriamente, sem que a maioria dos aposentados saiba, é descontado de seus filiados o 1% – que pode – este percentual, sim, ser reavido através da Justiça. Afirmo-lhes senhores: que atingi o paroxismo da indignação quando Lula, o Salvador da Pátria, mostrou realmente a que veio, quando manteve o Fator Previdenciário.


A seguir, senti em meu ser os ultrajes perpetrados pelo presidente do povo e pelo Congresso da República. Este poderia ter derrubado o veto presidencial e não o fez.


Lideres do governo, seja na Câmara, seja no Senado, têm como seu SENHOR: Lula, o Magnífico, ou Lula, o que promete e não cumpre ou mesmo: Lula, o que de nada sabe nem quer saber e, pois, Lula o que, para as verdadeiras causas do povo faz questão de parecer alienado.


Senhores!


Tudo tinha sido de antemão planejado entre aqueles dois Poderes. Mesmo assim, Paulo Paim e Cândido Vaccarezza, entre outros muitos mais, persistiram em iludir os aposentados. Com a proximidade das eleições, que lhes poderá tirar toda e qualquer representatividade (e, por conseguinte, o tratamento diferenciado, que pensavam nunca terminaria), ousam persistir nas mentiras, sem o mínimo pejo, sem receio, pensando que suas palavras e atos não repercutiram nos pensamentos e decisões dos que neles confiaram.
Quanta covardia e desrespeito! Covardia, pois agem contra as pessoas cujos direitos deveriam defender. Desrespeito, vez que foram os votos dessas pessoas que se somaram aos votos de outras para que atingissem o número de votos todos necessários para se elegerem.
Suas promessas? Muitas! Foram eleitos e, sem ética qualquer que seja não as cumpriram e, pelo visto, tampouco pensavam em cumpri-las.


Agiram indignamente, em tudo e por tudo: pedindo votos, prometendo sem pretenderem cumprir, justamente a cidadãos cujos cabelos já embranquecidos, cansados, desiludidos e muitos mesmo doentes, sentem suas forças esvaírem-se. Onde seu sentimento de humanidade, de respeito? Onde?…


NENHUM SER VIVENTE TEM O DIREITO DE TIRAR DE SEU SEMELHANTE A ESPERANÇA: OS POLÍTICOS ASSIM TÊM AGIDO.
Lula, em suas campanhas tudo prometera. Atacava os atos de seus adversários políticos (hoje aliados por necessidade e conveniência). Amigos? Só de si mesmos.


Há gravações históricas de Lula, o impoluto, a apontar os erros todos de seus antecessores.
Triste foi ter desiludido quem nele votou naquela sua primeira vez em que saiu vencedor do pleito.

Envergonho-me, mas confesso: eu fui uma delas. Acreditava-o sincero. Já havia muito cansado do presidente scholar e da forma indigna com que conduziu as questões de Estado… pensei em Lula como opção que iria dar certo. Enganei-me.
Enganei-me, pois aquele Lula deixou de existir no momento em que se tornou presidente por persistência. Desde então deixou de tudo ter conhecimento - POR CONVENIÊNCIA (seria ‘conivência’?). Indago isso, pois é fato sabido que uma só palha é movida de lugar no PT, sem que Lula tenha conhecimento – ou tenha permitido.
Escândalos eclodiam um após o outro desde o início de seu governo e ele, a partir de então, tornou-se cego, surdo e mudo.


Governar o Brasil?… Pouco tempo fica sentado em seu trono, o Reizinho de Pindorama.
Todavia, conhece o mundo todo e deixa o país à deriva no que tange ao seu mais importante componente: o humano.
Seu séquito, composto de 37/38 ministros e um entourage maior do que a do presidente do país mais forte do mundo, custa ao Estado, uma vultosa quantia. Pagar-lhes salários fora da nossa realidade, não é problema: há dinheiro. Todavia, é de estranhar-se as reiteradas negativas de Sua Majestade e de sua Corte de que dinheiro não há para cumprir com o dever da palavra prometida vezes sem conta para com os aposentados. Dois pesos e duas medidas? Caixas diferentes?


Afinal. DINHEIRO HÁ, SIM, POIS A GASTANÇA IMPERIAL TEM SIDO ALGO SURREAL.

Mirna Cavalcanti de Albuquerque .                                                                                                              OAB/RJ 004762






(*) uma forma fácil de perceber-se o que afirmo, é a ida mensal ao supermercado. Cada mês que passa, os mesmos itens de compra e em igual número, têm custo maior do que os do mês anterior.
Outrossim, atente-se para o fato de que a Constituição Federal determina:
“ Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
IV – salário mínimo  , fixado em lei, nacionalmente unificado(v.exc. est. do Rio de Janeiro), capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer outro fim"
(**) É vergonhoso ter-se que recorrer ao Judiciário para ter-se reconhecido Direito garantido em altura constitucional.

OUTROSSIM, INFORMO AOS LEITORES SOBRE FATOS QUE OCORRERAM COMIGO DIVERSAS VEZES: em defesa dos participantes de uma das maiores fundações de Seguridade Social do país, ao apontar as irregularidades e mesmo ilegalidades flagrantemente cometidas contra – justamente – os participantes mais humildes. Ouvia de seu então Diretor de Benefícios e até mesmo de seu Presidente: “Quem não estiver satisfeito que procure a Justiça.” Ao que eu sempre redarguia: “Esta Fundação não foi instituída com o propósito de maltratar seus participantes. Sendo Direitos garantidos a eles quando assinaram contrato com ela, qual a razão de obrigá-los a recorrer ao Judiciário? Além do mais, é desumano!…”
(***)sendo tripartite: empregado, empregador e governo, este, principalmente no caso do RGPS, é o maior devedor, pois tem sido inadimplente, caloteiro mesmo.






CORPO DO ARTIGO :

CARTA ABERTA do economista OSWALDO COLOMBO FILHO ao deputado CÂNDIDO VACCAREZZA.

Prezado senhor[

Disposto seu raciocínio, e que não é novidade por todas vossas declarações à mídia em passado recente acerca do vosso entendimento sobre o fator previdenciário e o reajuste dos aposentados, permita-me algumas colocações, e que espero que o Jornal Folha de S.Paulo propicie o mesmo espaço com o intuito de bem informar nossa sociedade. Em seu artigo V.Exa. coloca que e o pífio reajuste de 7,72% dados aos aposentados representa a maior correção dada aos aposentados no mundo.


Tão apenas seria verdade se Brasília não fizesse parte deste planeta; ou melhor, os inativos do serviço público federal que foram agraciados com percentuais a título de reclassificação de cargos dos colegas da ativa, ou algo semelhante a que não concorre aos aposentados do RGPS fossem alienígenas. Talvez tenha razão V.Exa. pois a isso não se dá o nome de reajuste, mas provavelmente excrescência. Cita, em artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, que a eliminação do fator previdenciário poderia predispor a que pessoas pudessem aposentar-se com 42 ou 45 anos de idade.


Prezado senhor,
a revolução industrial acabou, e quando alguém nasce nos dias de hoje recebe uma certidão de nascimento e não uma carteira de trabalho e já começa sua vida registrada no INSS.


Mas não se preocupe a mesma bobagem tem sido dita e repetida num entre olhar de um casal de apresentadores de um telejornal global alienante.


Talvez V.Exa. ouviu e não soube se expressar; mas consulte a tabela do fator previdenciário. No Brasil um homem, trabalhador da iniciativa privada ficará isento do fator previdenciário quando cumprir 35 anos de contribuição e atingir 63,5 anos de idade; e ai terá uma expectativa de vida até 69,1 anos (homens).


Numa comparação igualmente parametrizada com países desenvolvidos, na Itália, um trabalhador quando cumprir 35 anos de contribuição estará livre de qualquer redutor aos 60 anos de idade e tem expectativa de vida de 78,7 anos (homem). Uma diferença fantástica e completamente fora da realidade brasileira. V.Exa. cita que o ESTRAGO pelo fim do fator e pelo reajuste levaria a um custo de R$ 15 bilhões; vejamos, – se o reajuste como também afirma foi responsável por apenas R$ 1, 7 bilhão; o fator seria responsável por R$ 13,30 bilhões.


Permita-me corrigi-lo; segundo relatórios da Previdência, e de perfeito alcance e conhecimento público o fator previdenciário tão apenas economizou aos cofres do INSS R$ 11 bilhões nos dez anos de sua vigência, o que resulta em apenas R$ 1,1 bilhão/ano ou 0,6% do total de gastos de todo Regime. Total de gastos de todo Regime significa que além dos dispêndios previdenciários, que são aqueles que têm como nexo causal aspectos e direitos contributivos de cada cidadão; incluem-se ainda os benefícios assistenciais dados a 3,5 milhões de pessoas (LOAS e RMV) e a 8,1 milhões de beneficiários da área rural – todos estes com raros casos de alguma contribuição. Quanto a outras colocações feitas por V.Exa. não vou discorrer, pois sendo médico confunde o que é orçamento fiscal com orçamento da seguridade social; porém não deve desconsiderar os preceitos constitucionais sobre as contribuições provisionadas e nem mesmo as quatro operações aritméticas. Senhor deputado, a esta questão há fatos elementares. Espera-se, e como promessa de campanha, e desde 2003 a apresentação da formula 95/85; vigente em vários países e que aqui o vosso governo ensaia, mas não materializa.


Vosso governo concede, e como aprovado na LDO R$ 18,9 bilhões em 2010 em renúncias previdenciárias (e que só existem no Brasil), favorecendo até times de futebol. Enquanto que o saldo previdenciário negativo do RGPS para mais de 27 milhões de pessoas foi de R$ 42,9 bilhões, e o déficit para quase um milhão de servidores inativos federais foi de R$ 60,2 bilhões. Tal déficit representa à nação 3,5 vezes a renda per capita/ano por inativo federal.
- Onde que está o déficit da Previdência no Brasil considerando que temos mais de 900 RPPS municipais e estaduais espalhados país afora? Já passa da hora da tomada de consciência, pois a realidade aflorará demonstrando a divisão em cidadãos de primeira e segunda classes.






Oswaldo Colombo Filho         
Membro fundador do Movimento Brasil Dignidade









                                                                                                                                             

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Aposentadoria RGPS, Fator Previdenciário, AERUS, Salários e Rui Nogueira

                                O Estado deveria respeitar e dignificar os que por ele trabalharam toda uma vida, reconhecendo seus direitos.



Hoje li a matéria de Rui Nogueira. Sobre aposentados e salários.

Inicia não com uma síntese ‘caricata’ (assim por ele considerada), mas com uma afirmação acaciana que nada tem a ver com a triste realidade social que estamos todos a vivenciar.

O salário é, em definição abrangente, simples, mas não simplória, um determinado valor a ser pago pelo empregador para o trabalhador. Este valor será determinado por uma série de variáveis que não procede aqui a todas enumerar. Menciono algumas, como o tipo de trabalho – se intelectual ou braçal, onde é ele prestado, as qualificações do empregado,suas habilidades, produtividade, criatividade e a demanda do próprio mercado de trabalho entre tantas outras mais variáveis.

Parece-me que o ilustre jornalista perdeu-se em meio ao seu próprio discurso. O fato de tentar abarcar os ‘sistemas públicos universais de previdência’ já, de per si, revela-se impossível em tão conciso artigo. Para escrever sobre assunto de tal relevância, necessitaria de espaço que só um livro poderia oferecer-lhe.

O fato é que a França, a Itália, Portugal, garantem aos seus cidadãos o direito a uma previdência e assistência social humanas e possível de ser efetuada, enviando, em certos casos, o médico do Estado à casa do paciente, bem como possibilitando todos os exames possíveis para diagnosticar a doença, e fornecendo, inclusive, os remédios imprescindíveis para tentar curar o doente.

A ‘diferenciação’ do articulista, logo no seu primeiro parágrafo, entre os vocábulos salário e aposentadoria é expletiva. Fecha o parágrafo afirmando (sic) não há como conter demandas corporativistas em cima de uma política que é, na prática, uma garantia de qualidade mínima de vida na velhice.

Senhor jornalista, uma vez que existe um preceito de altura Constitucional que determina um salário-mínimo (que na verdade só teve vida vigorou no tempo de quem o instituiu, Getúlio Vargas) e, que, com o transcorrer do tempo, todos os demais presidentes só vieram a fazer com que ele fosse não tão paulatinamente perdendo seu poder de compra, deveria, sim, este salário, ter sido respeitado – e mantido em nível de poder alimentar, vestir, agasalhar, etc… tanto o trabalhador como toda sua família. Caricato, senhor jornalista – e tristemente caricato – para usar a palavra empregada pelo senhor, é que não o salário (generalizado e ampliado), mas o salário mínimo sequer é suficiente para dar ao trabalhador uma vida digna.(*)

Acontece que o senhor ainda se refere (sic) a uma garantia de vida na velhice …

NÃO EXISTE ESSA GARANTIA NESTE PAÍS, SENHOR JORNALISTA. NEM PARA O TRABALHADOR QUE PERCEBE APENAS O SALÁRIO MÍNIMO, NEM PARA OS DEMAIS, JÁ QUE O TETO MÁXIMO parPARA A PERCEPÇÃO DO MESMO NEM CHEGA AOS R$ 4.000 …

Lamento asserir que a primeira frase de seu artigo não se sustenta. Primeiro, por não ser alicerçada na verdade. Os aposentados, ao contrário do que imagina, NÃO TÊM AS MESMAS NECESSIDADES DOS QUE ESTÃO NA ATIVA . Suas necessidades são bem maiores, via de regra – e causadas pela própria idade que consigo pode trazer uma série de problemas de várias espécies, como doenças e suas conseqüências…

Todavia, sua afirmação preconceituosa , de que “saem do mercado de trabalho ativo … e passam para a categoria dos cidadãos que devem ter a velhice amparada” … demonstra que desconhece – ou finge desconhecer não só nossa Constituição , como as próprias Leis Trabalhistas e Previdenciárias. Se pudesse aconselhar-lhe diria que as lesse atentamente. Nossa Constituição parece inexistir para a maioria dos políticos e, muitas das vezes, para o próprio Judiciário.

É de lamentar-se, outrossim, que as Leis Trabalhistas e principalmente as Previdenciárias têm sido desfiguradas e muitas vezes descumpridas pelos fazedores de leis, na sua maioria despreparados, ignorantes e até maldosos. Tudo em detrimento do trabalhador. Este, senhor jornalista, durante toda sua vida ativa, contribui, sim, de acordo com o que a lei determina, para ter uma qualidade de vida na velhice. Seu empregador também contribui em nome desse empregado. Acontece o que é imoral, ilegal e inconstitucional: o Estado, que também deveria verter sua contribuição para o enpregado, não o faz. Não o faz por não querer, pois é o maior devedor da Previdência Social (Leia-se: INSS). Se o Estado cumprisse com seu dever e devolvesse para os Cofres do INSS o que deles tem tirado e retirado sempre que lhe convém, ver-se-á que inexiste deficit qualquer que seja.

Escreveu o senhor: “ Viver a aposentadoria com um salário igual ao tempo da ativa é uma reivindicação corporativista que foi gerada em nome dos baixos salários das funções públicas” …


Ora, ora, senhor articulista… estou a discorrer sobre o trabalhador que pertence ao RGPS, aquele que contribuiu durante toda sua vida ativa para a tal garantia de qualidade mínima de vida na velhice, sobre a qual se referiu o senhor em seu artigo.                                                                                                         E MAIS: ESSE TRABALHADOR VERTE PARA OS COFRES ESTATAIS UM SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO BEM MAIS ELEVADO DO QUE O CHAMADO SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO QUE VIRÁ A RECEBER AO APOSENTAR-SE. Acresço por fundamental, desumano, e inconstitucional: o valor que perceberá como benefício será calculado de acordo com a perversa fórmula do Fator Previdenciário, herança maldita de FFHHCC e seu então Ministro Stephanes.

LULA, o presidente que nada sabe, nada ouve, nada vê, mas tudo em campanha prometeu , após eleito, finge que se esqueceu de que atacava- e com razão,o presidente-Scholar por tê-lo instituído sob falsas alegações. Há pouco , Lula, o presidente do povo, vetou-o- também sob falsa alegação.

CABE AGORA AO CONGRESSO DERRUBAR TAL VETO. SE NÃO O FIZER, MUITOS DE SEUS MEMBROS – SE NÃO A MAIORIA, TERÃO MUITA DIFICULDADE PARA SE REELEGEREM.

Ao final de seu artigo, o ilustre articulista refere-se à privilegiada classe dos Magistrados. Desnecessário tecer qualquer comentário a respeito.

E conclui sua matéria com uma frase de efeito:

Se o tamanho do salário e da aposentadoria fosse a garantia da independência, então ninguém podia ganhar salário mínimo”.

Sabe o senhor que há muitíssimas pessoas neste pais recebendo bem menos que o salário mínimo, tanto na ativa quanto aposentados? E É INCONSTITUCIONAL! Exemplos há muitos, caro articulista. Há pessoas mesmo, que contribuiram para o INSS e para o Fundo de Pensão – como o AERUS, da VARIG, e que, pela incúria e descaso do governo recebem- quando recebem – R$ 108.00 (isto mesmo, cento e oito reais por mês, como o Senhor GEGÊ (**)… e há muitos como ele, prezado articulista).                                    

O Estado Brasileiro tem punido seus filhos mais leais quando justamente, não por caridade, mas por direito, esses mais dele precisam. Não estão os aposentados a pedir esmolas, caro senhor, apenas deveriam receber seus dinheiros – e se as leis fossem justas e humanas, esses dinheiros deveriam ser corrigidos de forma a readquirirem seu poder de compra – ou, pelo menos, restaurados de forma a dar-lhes a todos, uma vida digna.

Caro jornalista Rui Nogueira,


Se pudesse usar sua profissão na defesa dos DIREITOS de nosso povo, que belo trabalho não faria. É inteligente e espero não esteja a fazer parte de um grupo de colegas seus que, sem coisa alguma entenderem de Previdência Social, escrevem sobre a mesma as maiores sandices, como Miriam Leitão.

A intenção nada esconsa dos governantes é PRIVATIZAR tanto a SAÚDE quanto a PREVIDÊNCIA SOCIAL.

Quem ganhará com isso ? Os banqueiros e os governos.

Quem perderá? O povo, como sempre.


Mirna Cavalcanti de Albuquerque                                                                                                            OAB/RJ 004762



Publicado em AERUS, APOSENTADOS, Brasil, Congresso Nacional, Educação, Fator Previdenciário, INSS, Justiça Social, Mirna, POLÍTICA, Previdência Social, Seguridae Social, VARIG, VIDA!, cultura, senadores

segunda-feira, 31 de maio de 2010

VARIG, APOSENTADOS, LULA e as FUNDAÇÕES



Senhores leitores,







Sinto um profundo sentimento de respeito e admiração não só pelo ex-empregados da VARIG como pelos aposentados em geral. Suas forças unidas, muito podem. BRAVO!!! Continuemos na luta e mostremos garra, coragem e vontade de revelar nossa indignação de todas as formas possíveis.


O que tem ocorrido há anos é sobremaneira inqualificável.




AS FUNDAÇÕES DE SEGURIDADE SOCIAL



Quanto ao AERUS, o governo é responsável sim, pois não fiscalizou aquele Instituto como deveria tê-lo feito. Era obrigação da Secretaria de Previdência Complementar – SPC- órgão fiscalizador e regulamentador do Ministério da Previdência e Assistência Social – MPAS.


Isso tudo vem desde o governo Collor, quando descobriram que as instituições fundacionais, mais conhecidas como Fundos de Pensão, eram repositórios de verdadeiras fortunas.


A ingerência deletéria do Governo Federal nesses Fundos iniciou-se de diversas maneiras, principalmente ao obrigá-los a comprar os chamados papéis podres do governo – que de nada valiam. A área de Investimentos, justamente aquela que garante, com sua atuação, o pagamento dos benefícios atuais e futuros de seus segurados – ou mantenedores beneficiários, como são conhecidos os participantes da PETROS, (Entenda-se: em particular, os empregados da PETROBRÁS e suas coligadas, pois me situo no tempo em que ocorreu, não como agora está).


Tratou logo Collor de colocar politicamente em suas direções pessoas incapazes, mas interessadas em COM ELE colaborar. Não lhe importava carecerem do imprescindível conhecimento para cargos eminentemente técnicos, como a Diretoria de Benefícios, por exemplo, que é o objetivo-fim de todas essas instituições.


Lá foram colocados para ajudar. O que já tipifica o caráter dos que com isso anuíram.


Queriam servir a dois senhores ao mesmo tempo – o que sabemos ser impossível. Tentaram. Não só passaram a encobrir os erros de diretorias anteriores (para ficarem bem com a empresa que lá lhes colocou, por na verdade não lhes serem mais necessários nem às suas subsidiárias). Ocorre que, à época - 1990 - querendo livrar-se dos mesmos, a PETROBRÁS, presenteava aqueles empregados pelos serviços prestados, com cargos de diretoria.
E mais: seus dotes histriõnicos revelam-se até hoje em seus atos todos- são verdadeiros artistas - mais especificamente: verdadeiros ilusionistas .


Passado algum tempo, com subterfúgios imorais e ilegais, aqueles colocados demitiram os melhores e mais capazes empregados, pois que se negaram com eles compactuar.


Chegaram uns e outros a iludir desde então, a todas as associações e sindicatos com os quais mantém contatos e fazem crer que agem corretamente. Esta é a razão de manterem seus postos, pois necessitam dos votos daqueles, para neles
permanecerem.
Todavia, por usarem máscaras há tanto tempo, mais hora, menos hora, essas cairão.

"Mesmo o DIABO VESTINDO PRADA – chega um dia que pode acabar ficando que fica nú".(*)


Todos os governos pós- Collor têm seguido esse mesmo caminho: colocam pessoas de seu círculo político na direção dessas instituições.


Pelo fato de lidarem as mesmas com somas vultosas, chegaram mesmo a transferí-las para o Ministério da Fazenda, substituindo o órgão fiscalizador e regulamentador anterior, pela Superintendência de Seguros Privados, que ao referido Ministério pertence.
A meu ver, nada mais errado – mas óbvio, de interesse dos governantes do país. Em decorrência desse fato, o objetivo-fim dessas fundações tem sido desvirtuado.




GOVERNO LULA




Ao assomar à Previdência, Lula colocou na maioria das Instituições, dirigentes oriundos da área bancária. Contrariou os não petistas, tirando-lhes os cargos. Os que não representavam os mantenedores beneficiários foram destituídos e pasmem – estavam mesmo em cargos de relevância, primeiro como membros dos Conselhos Fiscais e, agora dos Conselhos Deliberativos das mesmas. Isso ocorre pelo fato de a legislação exigir que um membro desses conselhos seja eleito pelos participantes. Assim, para manterem seus assentos, têm-nos literalmente enganado a todos por cerca de quinze anos (assim garantem os votos para reeleição)!                                            Ouvi dizer que há , inclusive, um deles, cujo sonho dourado é voltar como PRESIDENTE!  SERÁ?Sonhar, não custa. Mas tudo leva a crer que não passa de utopia, vez que a referida pessoa, foi uma das que mais mal fez a uma de suas maiores Fundações e que em breve, tudo será revelado, pois os documentos todos já se encontram resguardados com número de pessoas significativo, cuja projeção moral e cultural é inquestionável e serão elas a revelar quem é esse farsante.


Quem não lhes conhece a história de vida, quem não tem conhecimento dos documentos comprobatórios de suas atuações ilegais, pensa serem pessoas corretas. Parecem até simpáticos (se não lhes conhecemos) mas carecem de consistência moral, como todos os seres dados a tramóias.                                           NEM TUDO O QUE RELUZ É OURO.




VARIG, AERUS e Lula




QUANDO CIDADÃOS BRASILEIROS, EMPREGADOS DA VARIG FORAM PEDIR A LULA QUE SALVASSE A COMPANHIA de AVIAÇÃO RIOGRANDENSE PIONEIRA DO BRASIL, QUE LEVAVA EM SUAS CORES AS DE NOSSA BANDEIRA, O SR. Lula da Silva virou-lhes as costas, sem que mostrasse nem mesmo o mais leve resquício de responsabilidade – e o que é ainda mais grave: demonstrou desconhecer o que são os nobres sentimentos de solidariedade e, acima e além: de humanidade.




DOAÇÕES DE LULA PASSAM PELO CONGRESSO




Estarrecida e indignada, acabo de ler que o Brasil vai DOAR TRES AVIÕES PARA O PARAGUAI.


PODE? Não, a não ser que o Congresso aprove.


Tanto assim é que o Projeto de lei 5234/2009 tem Prioridade. Seu autor? LULA! OBJETIVO? Autorizar o Poder Executivo a DOAR TRÊS AERONAVES T-27 TUCANO à República do Paraguai!


PENSEMOS:


1 – então o Congresso deve TER TAMBÉM APROVADO OS DINHEIROS QUE LULA EMPRESTOU (e provavelmente jamais voltarão para os cofres do Estado) PARA O HAITI E PARA CUBA;


2 – então o CONGRESSO APROVOU TAMBÉM AS DÍVIDAS QUE LULA PERDOOU DE TODOS OS PAÍSES QUE DEVIAM AO BRASIL;


3 – se assim foi, ENTÃO, FINALMENTE, O CONGRESSO FOI CONIVENTE COM ISSO TUDO!


CONCLUI-SE:


PARA TANTOS GASTOS, VERDADEIRAS BENESSES FEITAS PELO GENTIL PRESIDENTE COM O DINHEIRO PÚBLICO (VALE DIZER: DOS ESCORCHANTES IMPOSTOS QUE TODOS PAGAMOS), NEM O MANTEGA – NEM NINGUÉM DISSE – QUE NÃO HAVIA DINHEIRO…


AGORA:


- NÃO HÁ DINHEIRO PARA OS APOSENTADOS RECEBEREM REAJUSTES CONSTITUCIONAIS.


- NÃO HÁ CONDIÇÕES TAMBÉM, PARA EXTINGUIR O FATOR PREVIDENCIÁRIO, POIS REPRESENTA segundo Miriam Leitão: GRANDE DERROTA PARA O GOVERNO…




BRASILEIROS:




É IMPORTANTE QUE SE PESQUISE TUDO ISSO. TEMOS O DIREITO DE SABER QUAIS FORAM OS PARLAMENTARES QUE VOTARAM A FAVOR DESSAS BENESSES TODAS, pois dinheiro para elas há, enquanto O DIREITO DOS TRABALHADORES E APOSENTADOS NADA TÊM VALIDO PARA OS ÚLTIMOS PRESIDENTES.


O PODER LEGISLATIVO ELABORA LEIS QUE ELES, POLÍTICOS, CONSIDERAM MOEDA DE TROCA DE INTERESSES E FAVORES ENTRE OS PODERES DA REPÚBLICA.




BASTA DE TANTA HIPOCRISIA, de TANTAS MENTIRAS!




Se representam o povo, DEVERIAM, OS PODERES TODOS, TRATAR DOS INTERESSES DESTE MESMO POVO E NÃO DE SEUS PRÓPRIOS E MESQUINHOS INTERESSES- SEJAM QUAIS FOREM.




É DE LAMENTAR-SE QUE O CONGRESSO NACIONAL EM TUDO SE ASSEMELHA A UM VERDADEIRO MERCADO ONDE NEGOCIATAS, ESCAMBO E TUDO DE GÊNERO ASSEMELHADO OCORRE.


Temos que saber QUEM É QUEM E ACABAR DE VEZ COM OS COVARDES QUE DEFENDEM O VOTO SECRETO.


TUDO O QUE É DE INTERESSE DO POVO, TEM QUE SER DE SEU CONHECIMENTO.




Mirna Cavalcanti de Albuquerque
OAB/RJ 004762














(*) Oportunamente, escreverei a respeito.  É mais do que chegada a hora de todos saberem a Verdade.